Superbactérias: reflexo da automedicação?

Enviada em 16/03/2021

São elas, os seres mais antigos do universo,e também, são elas, as responsáveis pelo maior números de mortes no mundo. Portanto, elas, as bactérias têm se tornado cada dia mais fortes e resistentes aos antibióticos já existentes. É portanto, necessário uma postura da classe médica,não prescrevendo de maneira indiscriminada tais medicamentos, assim como, a sociedade de um modo geral não se automedicar.

Em primeira análise,  para o médico e físico Paracelso:  A diferença entre o remédio e o veneno depende da dose. No entanto, o que se vê nas últimas décadas são médicos prescrevendo antibióticos sem sequer fazer um pedido de exame antes de dar o diagnóstico final. Sendo assim, sem um antibiograma é  como dar um tiro no escuro, é o modo tentativa e erro. Desse maneira, além de causar danos à saúde , causa se também dano ao bolso do consumidor, que voltará ao médico até acertar o antibiótico.

Em segunda análise, a população, por dificuldades de acesso à saúde pública, acaba se auto medicando ou mesmo reeutilizando os amtibióticos existentes em casa, prescrito anteriormente para algum parente. Nesse interim, mal sabem que estão contribuindo para o surgimento de super bactérias. Em suma, atendendo as exigências pela (ANVISA) Agência de Vigilância Sanitária, no ano de 2010 foi sacionada a lei que proíbe a venda de antibióticos sem receita médica e ainda exige dos médicos uma avaliação mais criteriosa antes de tais prescrições.

Em suma, apesar das medidas já tomadas para diminuir a automedicação, tem se ainda uma grande quantidade de pessoas  utilisando de tal prática na ilusão de estar cuidando do seu bem maior, a saúde. Nota se, uma grande necessidade de um acesso mais igualitário à saúde com maiores quantidades de exames cobertos pelo SUS, assim também, como uma postura mais responsável da parte dos médicos ao fazerem suas prescrições. Dessa forma, será possível diminuir o aumento indiscriminado das superbactérias.