Superbactérias: reflexo da automedicação?
Enviada em 27/03/2021
O marco histórico desempenhado pelo pesquisador Alexander Flening, em 1928, com a descoberta da penicilina, auxilia precípuamente o combate de doenças bacterianas fatais para o ser humano. Entretanto, o hábito da automedicação provocou enfermos capazes de resistir ao habitat hostil proporcionado pelo tratamento. Logo, torna-se inevitável o debate detalhado sobre o uso negligênte de remédios e suas consequências.
Observando o cenário, é possível percerber que em nossa sociedade há uma pré-dependência a alopatia, visto que, 76% da população brasileira ultilizam este método sem a devida orientação médica, segundo o ICTQ. Evidentemente, que essa prática revela o anseio de alívio imediato dos sintomas, dos quais poderiam ser tratados com uma maior atenção nos cuidados cotidianos. De forma a assegurar a saúde e previnir a doença.
Consequentemente patologias virais como a turbeculose e a gonorreia se mostram cada vez mais resistentes aos tratamentos. Assim, representando uma presumével elevação do número de óbitos.
Ademais, convém lembrar da últilização de antibióticos na pecuária com a
intenção de melhorar o crescimento do animal, no Brasil, o percentual de bactérias resistentes ao medicamento é de mais de 50% segundo a revista Science. Em resumo, o uso abusivo das drogas tanto no uso pecuario, tanto na medicina, representa uma ameaça significativa a saúde pública internacional.
Em virtude do que foi mencionado, é elementar que o estado intervenha com leis que regulamentam a quantidade e o tipo de antibióticos usados nos animais destinados ao consumo, além de promoverem junto ao Ministério Público campanhas de conscientização, compartilhando a ciência por de trás dos risco da automedicação. Além disto, deve-se incentivar as pesquisas por novos fármacos nas universidades por meio do custeio delas. Assim, desacelerando o surgimento de novas superbactérias, e corroborando para a cura das ja existentes.