Superbactérias: reflexo da automedicação?

Enviada em 20/09/2022

Devido as medidas médicas aplicadas a sociedade em conjunto com um hábito higiênico e saneamento melhor, as populações mundiais, principalmente as desenvolvidas controlam um grande grupo de enfermidades. Porém, algumas mudanças perdem a efetividade dependendo da situação, como é o uso de antibióticos em excesso devido a automedicação, que aumentam a resistência bacteriana e aumenta o índice de formação de superbactérias.Decerto pode-se atribuir esse abuso a falta de alternativas eficazes e a falta de controle sobre os antibióticos.

Primeiramente é preciso falar da falta de alternativas, que dificulta a separação entre tratamentos graves e brandos, considerando que ambos são utilizados o mesmo remédio ou de efeito semelhante.Desde a invenção do primeiro antibiótico, amoxilina, foram produzidos diversos antibióticos com o objetivo de aumentar a variabilidade efetiva e contornar a resistência das bactérias, porém, quase nenhuma alternativa diretamente afeta a capacidade da bactéria de mutar em primeiro lugar, sendo necessário alternativas que considerem possíveis mudanças na bactéria, ao invés de simplesmente ignorar o problema.

Segundamente pode-se atribuir uma parcela do aumento de resistência bacteriana à facilidade de conseguir remédios amplamente utilizados por médicos, o que dificulta o combate a infecções devido a resistência aos mais genéricos.Embora diversos antibióticos precisem de receita médica para serem adquiridos, diversas empresas produzem coquetéis dessas drogas por ser um mercado lucrativo, o que faz com que lugares populosos se tornem uma cultura de microrganismos resistentes.

Destarte, para que não dimínua a formação de superbactérias decorrentes de automedicação é necessário que Ministério da Saúde atribua fundos de pesquisa para pesquisadores além de classificar antibióticos de acordo com sua necessidade.Ambas as alternativas tem como objetivo respectivamente encontrar alternativas duradouras e preservar antibióticos fortes para casos extraordinários. É importante também resaltar a educação, pois ela ajuda no controle de automedicação, pois sana a anxiedade do desconhecido.