Superbactérias: reflexo da automedicação?
Enviada em 14/10/2022
Dentre os dois signos complementares, ciência e medicamento, entende-se que, a àrea da saúde está sempre em constante mudança. Com isso, a disponibilidade de medicamentos para a população mundial vem tornando-se cada vez mais abrangente, favorecendo a automedicação muitas vezes escolhida pelo indivíduo. Porém, o reflexo de se medicar contribui diretamente ao surgimento das super-bactérias, na qual, recebe esse termo por conter alta resistência aos remédios primordiais de UTI’s, transparecendo assim, o descuido da comunidade ao receber certa liberdade de escolha em se autocuidar.
Diante desse cenário, é de observar a causa da falta de acompanhamentos médicos de uma comunidade, e o quanto seu país interfere na problemática. Dessa forma, por exemplo, o Brasil; na qual apresenta saúde pública a todo campo social. Entretanto, com sua grande demanda, brasileiros acabam se automedicando. Em contra partida; em um país desenvolvido, como os Estados Unidos, contendo apenas sistema privado, por motivo de valores, unicamente pessoas de alta renda o possuem, fazendo-o com que o enfermo reaja da mesma maneira que o primeiro caso apresentado. Visto que em ambos exemplares, a falta de um governo forte na comunidade contribui para uma saúde de qualidade.
Ademais, é de suma importância ressaltar que as superbactérias tem origem de diversos produtos aplicados de forma incorreta pelo paciente. Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, há mais de 10mil casos de bactérias resistentes a remédios que eram eficassez a doenças no passado. O retrocesso da biomedicina na produção de antibióticos poderia causar um alerta mundial a saúde e futuras pandemias a humanidade.
Conclui-se que, a proliferação de superbactérias é um problema atual, sua reme-diação necessária atribui a intervenção da ANVISA e OMS emitindo um alerta para qualquer medicamento vendido, seja preciso uma receita médica; caso o sujeito não possua, o estabelecimento deve oferecer um atendimento com especialista para recomentar a tutela específica. Afim de diminuir dessa forma a automedicação e contribuir para a saúde geral do conjunto em que todos vivem.