Superbactérias: reflexo da automedicação?
Enviada em 28/10/2022
A Penicilina foi o primeiro antibiótico a ser descoberto pelo médico Alexander Fleming em 1928. Na hodiernidade sociedade brasileira, o descaso da população para com as recomendações médicas sobre o uso de antibióticos no período e na dosagem correta, acarreta no surgimento das superbactérias. Logo, o principal efeito é uma sociedade indefesa contra doenças bacterianas novas e antigas.
Em primeiro lugar, deve-se analisar o uso indiscriminado de antibióticos. As infecções bacterianas como pneumonia e gonorreia que são muito comuns hoje em dia por conta de fatores como; uma assepcia incorreta e também, da automedicação, que consiste em tomar remédios sem orientação médica, e este último pode ter consequências graves como dependência química e resistência aos medicamentos. Tal cenário, pode ser exemplificado no uso de antibióticos de forma inadequada, que geram bactérias resistentes aos remédios que antes as combatiam. Logo, é necessário que medidas sejam tomadas.
Além disso, é importante avaliar os efeitos colaterais da automedicação. Com advento da Internet, ficou fácil obter informações sobre os medicamentos sem precisar se consultar com um profissional da saúde, e isso só aumenta o índice do uso indiscriminado de remédios. Dessa forma, as gerações futuras ficaram mais suscetíveis a doenças, o que irá gerar uma taxa de mortalidade maior do que a de natalidade, pois estas pessoas não estarão preparadas imunologicamente contra essas superbactérias. Por conseguinte, o cenário é caótico, porém mutável.
Portanto, o Governo Federal em companhia do Conselho Regional de Medicina, deverão criar um aplicativo que tenha as informações corretas sobre os medicamentos e que também contenham as advertências sobre o uso indevido de cada um deles, e que tenha a opção de contatar um profissional sempre que preciso. Desta maneira, o problema da automedicação no Brasil será amenizado.