Superbactérias: reflexo da automedicação?
Enviada em 14/04/2023
Charles Darwin, um naturalista, em sua obra entitulada “A Origem das Espécies”, proporcionou uma explicação para a evolução do ser humano baseando-se na ideia de seleção natural, em que consiste em indivíduos mais adaptados serem selecionados pelo ambiente. Nesse sentido, por meio da teoria do pesquisador, um problema foi acometido na população humana, haja visto que as superbactérias, reflexo de uma automedicação, se tornaram presentes nos últimos anos. Desse modo, o descaso Estatal e a falta de debates sobre o tema são grandes entraves.
Sob essa ótica, vale ressaltar que a inobservância governamental é um grando empecilho frente ao tema. Nessa visão, Otton Von Bismarck, Primeiro-Ministro da Alemanha em seu período de unificação, afirma que é dever do Estado garantir o bem-estar social em todos os âmbitos para a população. Diante disso, fica evidente que os governos mundiais não cumprem de maneira assídua os seus papéis com a sociedade, uma vez que a banalização do acesso aos remédios é presente pela falta de regulamentação governamental, pois caso existisse, o uso indiscriminado de medicamentos diminuiria com a consequente diminuição das superbactérias.
Ademais, outro fator de extrema relevância sobre o tema é a falta de debates. Nesse contexto, Atenas, uma cidade-estado reconhecida mundialmente pela sua democracia, foi um importante palco para diversas conquistas políticos-socias por meio de debates, algo que garantiu um grande desenvolvimento em sua época.
Dessa maneira, com a ausência de diálogo sobre as automedicações e os organismos resistentes, a sociedade fica cega diante do problema, pois o conhecimento dessas superbactérias fica restrito as áreas acadêmicas e da saúde, sendo grande parte da população afetada e causadora do tema, visto que o uso indiscriminado promove a ploriferação desses microorganismos.
Portanto, o descaso Estatal e a falta de debates sobre o assunto são problemáticas a serem
enfrentadas para uma possível resolução. Sob esse viés, cabe aos principais governos mundiais, por intermédido da Organização Mundial da Saúde, promover campanhas descrevendo sobre a problemática junto de uma recomendação de regulamentação aos países. Logo, essa ação tera como dupla finalidade a conscientização da sociedade e leis mais rígidas com o acesso dos remédios.