Superbactérias: reflexo da automedicação?

Enviada em 22/09/2023

É fato que exista comerciais de saúde que indicam para determinados remédios, o manuseio sem acompanhamento médico. No que concerne a automedicação, a um hábito fácil, prático e rápido, pois permite, que as pessoas não gastem o tempo e dinheiro indo até as clínicas e hospitais. Tal ato se observa, também, a frequência da ingestão por longos períodos que, dessa forma, se tornam, muitas vezes, tendenciosas. Logo, é necessário analisar o cenário intrinsecamente ligado a aspectos econômicos e do bem-estar social.

É importante ressaltar, em primeiro plano, como foi normalizado o uso autônomo dos medicamentos. O corpo social esta sempre em busca de inovação e praticidade, sendo acessível a todos, entretanto, a acessibilidade a instituições de saúde tem sido cada vez mais complicado. Uma vez que, o Sistema Único de Saúde não consegue atender todos – ausência de verbas, hospitais, medicamentos e instrumentos -, o cidadão é obrigado a escolher entre a instituição privada ou pesquisas externas. E assim, o paciente escolhe se automedicar, sem pensar nas possíveis consequências.

Cabe mencionar, em segundo plano, quais são as consequências. Segundo o filosofo Platão “A parte que ignoramos é muito maior que tudo quanto sabemos”. Ou seja, diante do quadro atual, pode-se afirmar que os indivíduos sabem dos benefícios dos compostos químicos, mas são leigos nas contraindicações e do modo exagerado do uso.

É fundamental, portanto, a criação de oficinas educativas, pelas prefeituras, visando à elucidação das massas sobre o uso de remédios. Ademais, é vital que o Ministério da Saúde junto com o poder Executivo trabalhe juntos, a fim de garantir que a população não tenha que se automedicar e passem a consultar os profissionais da saúde, para que assim possa assegurar que ninguém tenha estorvos no futuro.