Superbactérias: reflexo da automedicação?

Enviada em 01/11/2024

Segundo Zygmunt Bauman, filósofo e sociológo polonês, ´´Não são as crises que mudam o mundo e sim nossa reação a elas.`` Sob essa perspectiva, a frase vai de encontro no que concerne a conjuntura social quanto a automedicação e seus efeitos, hodiernamente, visto que é um tópico a ser explanado. Perante o exposto, requer estreitamente, na ausência de saber os impactos de se tomar remédios por conta própria, como no perigo de intoxicação e a resistência aos remédios em virtude de diversos fatores podem causar a morte do paciente.

Em primeiro plano, ´´O conhecimento lhe dará a oportunidade de fazer a diferença`` expôs Claire Faign, educadora norte-americana. Por esse ângulo, tal excerto é averiguado, no qual a facilidade de comercialização de remédios nas indústrias farmacéuticas deveriam ser contribuente para a saúde, então, percebe-se uma falha na lucidez humana, já que muitas pessoas vêem a grande variedade de rémedios como um modo de ser induzido em busca por economia de dinheiro por ação dos preços elevados de certos medicamentos, sendo capaz de se intoxicar e comprometer a saúde física e mental do indivíduo.

Ademais, uma grande porção da coletividade se desponta alienada. ´´Tornamo-nos deuses na tecnologia, mas permanecemos macacos na vida.`` enunciou Arnold Tonybee, historiador britânico. De maneira análoga, é viável compreender que, apesar do ser humano ter o acesso global, a inatividade tem um forte alicerce na estagnação social. Este cenário sucede, pois o corpo social não se mobiliza em prol da supressão, por não sentir a valia que os riscos de se automedicar perpetram, como a resistência aos remédios que põem a vida em risco por elevar a persistência dos microrganismos no corpo, assim, intensificando o óbice.

Infere-se, portanto, que os maléficios da automedicação na atualidade é um recurso a ser aprimorado na identidade nacional, por isso, são vitais ações que acometem este fator. Em suma, cabe ao Ministério da Saúde em parceria com o Supremo Tribunal Federal, por meio de verbas atribúidas a cargo, o dever de abrir mais postos de saúde, além de investir em uma estratégia de divulgação para conscientizar em educar o público sobre esse imbróglio, afim de depauperar o assunto. Desse modo o Brasil se tornará um país de ordem e progresso.