Superexposição nas redes sociais
Enviada em 21/06/2020
A internet é uma das principais invenções da Terceira Revolução Industrial, vivenciada no dias atuais . E apesar de ser uma ferramenta de grande utilidade profissional, muitas vezes é usada de forma irresponsável, principalmente, nas redes sociais, onde os usuários expõem, praticamente, toda sua vida. Nesse sentido, convém avaliar-se os principais fatores que favorecem esse quadro.
De acordo com o G1, em uma pesquisa feita com os 30 países de maior carga tributário de mundo, o Brasil é o país com o menor índice de retorno de bem-estar à sociedade. Sob esta ótica, percebe-se que o governo brasileiro não investe como poderia no sistema educacional. Uma vez que a educação digital não é ensinada para os alunos de rede pública, o que faz com que estes jovens ao entrarem em contato com este “mundo” totalmente inexplorado desconheçam os perigos da superexposição.
Além disso, pode-se salientar a falta de políticas rígidas quanto a idade dos usuários como uma alavancador do problema. Sendo que, embora, aplicativos como o “facebook” exijam que seus usufrutuários sejam maiores de 13 anos, os dados de inscrição não são suficientes para se certificar da real idade dos utilizadores da plataforma.
Interfere-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver esse problema. Assim, o Ministério da Educação deve garantir aos alunos de rede pública uma educação digital, por meio da implantação obrigatório de aulas de informática no currículo escolar. Para que dessa forma, os jovens tenham acesso a informações sobre os riscos da superexposição nas redes sociais. Consoante Arthur Lewis, economista britânico, “a educação nunca foi despesa, sempre foi investimento com retorno garantido”.