Superexposição nas redes sociais
Enviada em 23/07/2020
A Revolução Técnico-Científico-Informacional proporcionou uma série de avanços e tornou a internet aliada à humanidade. No entanto, infelizmente, à medida que os avanços tecnológicos acontecem, a facilidade no acesso à internet possibilita uma superexposição nas redes sociais. Destarte, visto que tal exposição desnecessária pode causar preconceito virtual e gerar transtornos psicológicos, é um problema que precisa ser solucionado.
Diante desse cenário, é necessário destacar que, a internet é um meio de comunicação com uma enorme diversidade de opniões. Dessa forma, há certa facilidade no que diz respeito aos ataque virtuais, oriundos de pessoas que confundem opinião com discurso de ódio. Desse modo, é possível citar o trecho da música “Desconstrução”, do cantor Tiago Iorc, “Se estilhaçou em cacos virtuais”, relacionando-o com a exposição demasiada nas redes sociais, porquanto opiniões agressivas podem ser prejudiciais a quem expõe a vida pessoal na internet.
Além disso, é possível salientar que a exibição nas mídias pode ser causadora de problemas psicológicos, já que há uma grande facilidade na disseminação de ofensas e comentários negativos. Dessa maneira, é possível fazer uma alusão com o filme “Cyberbully” - o qual retrata uma jovem que tem um quadro depressivo e tenta suicídio após comentários ofensivos na internet - e os perigos de transtornos psicológicos causados pelo preconceito virtual. Diante disso, é possível perceber que a explanação da vida pessoal na mídia pode ser psicologicamente nociva.
Portanto, é necessário que o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, por meio de parcerias com as redes sociais - já que essas são um meio de disseminação de crimes de ódio virtual - crie programas de combate à exposição exacerbada na internet e fiscalização rigorosa do preconceito virtual, restringindo as interações tecnológicas de quem o pratica, para que sejam gerados cada vez menos transtornos psicológicos decorrentes de ofensas nas redes sociais.