Superexposição nas redes sociais

Enviada em 07/08/2020

Um dos diversos problemas enfrentados pelo nosso país, tem sido a superexposição nas redes sociais, normalmente a população enxerga esse fator, como algo inocente, logo, muitas pessoas ocupam seus tempos livres navegando pela internet, resultando na dependência das redes sociais, principalmente nessa pandemia atual, onde a maioria dos civis estão em suas residências, e não tem muita opção para o seu entreterimento.

Devemos ressaltar os estudos, onde afirmam que o ser humano naturalmente possui uma necessidade de se conectar com o outro de alguma forma. Atualmente existem aplicativos sociais como: Twitter, Instagram, Facebook, Whatszapp (entre outros), que permitem uma comunicação a longa distância, assim, caso usado de forma exagerada, o usuário adquiri uma ansiedade em compartilhar mais do que devia sobre sua vida, o que pode levar à superexposição nas redes sociais, e dependendo do “post”, pode gerar conflitos entre usuários da plataforma.

Outrossim, existe um episódio da série Black Mirror, chamado “Queda livre”, que faz justamente uma crítica a alienação nas redes sociais, onde a protagonista precisa mostrar seu cotidiano para receber “likes” o suficiente para ser bem vista na sociedade, não muito diferente da nossa realidade, na mesma temporada, encontramos outro episódio chamado “Manda quem pode”, onde um jovem tem seu computador invadido, e precisa decidir entre obedecer cegamente as ordens dos hackers, ou ter suas intimidades expostas; fazendo uma crítica análise, de que a internet possui pessoas com má intenções, e precisamos tomar muito cuidado com quem conversamos.

Com base nos argumentos, concluímos que a superexposição nas redes sociais é algo bastante perigoso, por causa do vício, da alienação, e dos usuários más itencionados. Uma solução lógica para essa problemática, é incentivar as pessoas à passarem mais tempo fazendo algum hobby (passatempo), ou atividades de lazer, longe dos  smartphones. Como dizia Zygmunt Bauman: “As redes sociais são uma armadilha”.