Superexposição nas redes sociais
Enviada em 21/08/2020
Aproximadamente 70% da população brasileira tem acesso a internet no país, o que equivale a 126,9 milhões de pessoas.No ano de 2018, em 99,2% dos domicílios que havia acesso à internet, o telefone móvel celular era utilizado para este fim. Contundo com esse grande número de acessos possibilita não só no Brasil mas no restante do mundo, uma certa exposição da vida pessoal do individuo que pode ser prejudicial e ter consequências gravíssimas.
Especialistas alertam sobre a publicação de dados na internet, segundo eles uma vez publicada uma informação na internet, mesmo que sua publicação original tenha sido excluída, os compartilhamentos não podem ser apagados. Isto pode afetar diretamente em uma contratação para determinada vaga de trabalho, visto que grande parte dos empregadores consultam as redes sociais de seus futuros empregados, para ver se condizem com as políticas e regulamentos da empresa contratante.
Além disso a superexposição tanto de figuras públicas como cidadãos comuns pode gerar crimes cibernéticos, como a exposição de fotos íntimas.Por exemplo, o caso da atriz Carolina Dieckmann, que teve suas fotos vazadas, esse caso posteriormente originou a criação da Lei 12.737/2012, que puni a invasão de dispositivos alheios para divulgação de informações do responsável.
Assim sendo, é de responsabilidade de cada indivíduo a cautela em expor seus pensamentos em um universo tão grande como a internet, recomendasse que cada pessoa se pergunte se gostaria que determinado comentário ou foto esteja disponível para visualização em até 5 anos. Tornando assim mais restritas e menos expostas seus respectivos dados.