Superexposição nas redes sociais
Enviada em 24/11/2020
No livro 1984, escrito por George Orwell, a privacidade é inexistente já que a sociedade tem todos os seus movimentos monitorado pelo “grande irmão”. Analogamente, a adesão assídua das redes socias torna publica a vida dos indivíduos nela presente, voluntariamente abdicando de seus segredos, de forma a gerar tanto danos mentais graves como a depressão, como a segurança individual. Assim, é necessária a disponibilização de atendimento psicológico aos já afetados em conjunto com a conscientização dos usuários.
De acordo com uma pesquisa publicada no Periódico Americano de Medicina Preventiva, o uso excessivo das redes socias deteriora as relações sociais e aumenta a sensação de solidão. Certamente, os jovens são os mais afetados e muitas vezes por falta de conhecimento ou independência são incapazes sanar seus próprios problemas. Por consequência, sem a intervenção de um órgão público, eles continuarão de mãos atadas.
Adicionalmente, o Brasil é o segundo país no ranking mundial que mais apresenta crimes virtuais. Inegavelmente, as massas que postam cada aspecto de suas vidas, se transformam em alvos fáceis para criminosos dos mais diversos tipos. Como resultado, a nação fica impossibilitada de combater esse problema, enquanto a falta de informação prevalecer.
Logo, o senado e a câmara, pelo meio de projetos de lei, devem obrigar que escolas de ensino fundamental e médio possuam mais psicólogos, seja disponibilizando nos períodos foras das aulas, seja como parte do currículo, com o fim de que os adolescentes e crianças sofram menos com problemas de saúde mental. Como também, as escolas em parceria com a mídia devem transmitir mais informações sobre os perigos das redes sociais, com a finalidade de gerar pessoas menos suscetíveis a crimes.