Superexposição nas redes sociais
Enviada em 07/08/2021
Segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, " tudo é mais fácil na vida virtual, mas perdemos a arte das relações sociais e da amizade. Tal pensamento evidencia-se com a contemporaneidade, o qual pela liquidez e fragilidade das relações humanas, as pessoas perderam a arte da interação física, preferindo o contato virtual. Sendo que, esse excesso pode provocar sérios danos a saúde física e mental das pessoas. Portanto, é necessário que o Estado e Ministério da Saúde, possam criar projetos que levem a conscientização das pessoas, sobre os perigos da superexposição nas redes sociais.
Nesse contexto, segundo o sociólogo Frederick Angels ‘‘O ser humano é influenciado pelo tempo e horizonte em que vive.’’ Nessa conjuntura, é preciso educar os usuários das redes sociais para o uso racional dessa plataforma, pois tudo tem seu lado bom e seu lado ruim. Além disso, informações pessoais publicadas nas redes sociais tem sido um atrativo para pessoas mal intencionadas, que com informações pessoais dos utentes da rede conseguem cometer vários tipos de crimes. Logo, tal comportamento contribui para a proliferação desse mal.
Outrossim, vale também destacar os efeitos desse fenômeno. De acordo com uma pesquisa publicada no jornal G1, os brasileiros passam cerca de 4 horas diárias conectados à rede. Como grande parte dos conteúdos da internet é moldada ao perfil usuário, é cada vez mais comum encontrar pessoas que passam horas assistindo, ouvindo coisas de interesse próprio, consumidores são bombardeadas diariamente com sugestões que atende o seu temperamento.
Portanto, medidas são cruciais para superar esse caso. Em primeiro plano, o Ministério da Educação junto com as escolas deve instituir por meio de aulas ministradas por psicólogos, voltada para os jovens com o objetivo de educá-los e conscientizá-los sobre o assunto desde cedo, para que compreendam a gravidade da superexposição nas redes sociais, sendo assim, a sociedade caminhará para um âmbito virtual menos expositivo.