Superexposição nas redes sociais
Enviada em 10/08/2021
No filme A Rede Social, o jovem americano Mark Zuckerberg, descreve a vingança com sua ex-namorada, cria o Facebook para expor fotos íntimas dela após o fim do relacionamento entre ambos. Fora da ficção, essa é uma realidade na sociedade brasileira. Atualmente, é cada vez mais comum a demonstração de egos das pessoas por meio das redes sociais. Assim, a exposição da vida em excesso causa um mal para a privacidade e segurança pessoal dos conectados.
Nesse contexto, a vontade de ser conhecido, compartilhado, curtido e amado por todos, são os motivos que levam a superexposição pessoal, segundo a psicóloga Katty Kuniga. De certo, a falta de moderação fica responsável pelos problemas acarretados no mundo virtual. Não existindo o controle da vida. Ao mesmo tempo, esse espaço serve para desabafos depois de um dia cansativo e sobrecarregado no trabalho ou com estudos. Logo, não há dúvidas que serão problemas desenvolvidos.
Em segundo plano, a falta de privacidade, não possuindo a segurança pessoal e possíveis vazamentos de informações particulares estão evidentes. Um fato relevante sobre o assunto foi a criação da Lei Carolina Dieckmann, nome dado em homenagem a uma atriz brasileira após hackers invadirem seu computador e roubarem fotos íntimas. Então, o alerta está ligado para todos e cuidados necessários ser precavidos para uma maior segurança.
Percebe-se, portanto, que são necessárias para resolver a problemática. Uma possível solução seria o MEC promover campanhas nas escolas do Brasil com professores especialmente capacitados para desenvolver e informar o impasse que está ocorrendo. Mostrando desde a infância os caminhos que os pequenos não devem seguir em virtude da superexposição nas redes sociais. Possuindo assim, uma base sólida de crianças possuidoras do conhecimento, eo futuro da sociedade ficará longe dos problemas de privacidade e segurança das pessoas. Desse modo, poderia pensar em avanços no país, mesmo que sejam minúsculos.