Superexposição nas redes sociais

Enviada em 09/09/2021

No contexto atual com a pandemia do Covid-19, vivenciado no país, as pessoas estão cada vez mais expostas às redes sociais. Assim sendo, o excesso da evidência aos recursos digitais e à internet do ponto de vista social acaba causando traumas psicológicos e problemas na saúde física. Portanto, os efeitos causados no futuro, se não interferidos, poderão gerar grandes complicações para as próximas gerações.

É relevante abordar que os traumas psicológicos causados podem modificar totalmente a vida de uma família. Segundo o pronunciamento da cantora de forró Walkyria Santos, em sua conta do Instagram, seu filho de apenas 16 anos se suicidou por desenvolver depressão por conta de comentários homofóbicos em um vídeo da plataforma Tik Tok. Dessa forma, as pessoas, cada vez mais, estão desrespeitando os direitos humanos, simplesmente por estar diante de uma tela.

Além disso, os danos gerados na saúde física dos usuários de telefones celulares ou computadores, por exemplo. De acordo com a fisioterapeuta Camila Mattos, a posição que ficamos para mexer nos eletrônicos pode causar sérios problemas na espinha dorsal, como escoliose, além de proporcionar dores constantes. Visto isso, principalmente os adolescentes estão desde cedo com deficiência na coluna vertebral.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver os problemas físicos e mentais causados pelas redes sociais, a família juntamente com o Ministério da Saúde deve promover palestras e atendimentos com psicólogos e fisioterapeutas por meio de reuniões com familiares a fim de que os danos sejam reparados e possíveis conflitos descartados. Somente assim, o número de suicídios por depressão diminuirá e os traumas causados pelas redes.