Superexposição nas redes sociais

Enviada em 18/06/2022

Recentemente, o influenciador Carlinhos Maia teve seu apartamento invadido e teve 5 milhões em bens roubados. Esse fato ocorreu após o influenciador expor alguns dos produtos em um programa de TV e em suas redes sociais. Analogamente a isso, a superexposição das redes sociais é uma prática comum nos dias atuais. Nesse viés, um dos fatores predominantes que induz a exposição desses jovens no mundo digital está relacionada a necessidade de serem reconhecido no meio social, porém, por não saberem lidar corretamente com essas ferramentas podem se tornar alvos fáceis de: hackers, ladrões de identidades e outros criminosos virtuais.

Ademais, um estudo realizado pela Chicago Booth School of Business indicava, cinco anos atrás, que o Facebook, Twitter e outras redes sociais têm uma capacidade de viciar superior à do tabaco ou do álcool porque, entre outras coisas, acessá-las é simples e gratuito. Em decorrência disso, há um percentual muito grande da população que colabora para essa prática, gerando, assim, consequências negativas. Diante disso, é inadmissível que esse cenário continue a se perpetuando.

Outrossim, por serem consideradas mais vulneráveis no ambiente digital, as

crianças e adolescentes correm muitos riscos, como: cyberbullying, pedofilia, entre outros. É mais um dos fatores que dificultam a resolução da superexposição no meio midiático. Segundo Leandro Karnal, utilizamos as redes sociais de forma errada, e que isso pode afetar a vida dos usuários, pois abrange problemas de segurança. Entretanto, é necessário que haja uma conscientização nos meios midiáticos contra a superexposição e que mecanismos de segurança sejam criados, para os usuários.

Torna-se evidente, portanto, que medidas sejam tomadas para resolver a questão da superexposição das redes sociais. Para tanto, a sociedade precisa se “desligar” dos múltiplos elementos virtuais, visando minimizar esse aspecto negativo da superexposição. Albert Einstein afirmou “Tornou-se aterradoramente claro que a nossa tecnologia ultrapassou a nossa Humanidade”.