Superexposição nas redes sociais

Enviada em 03/07/2022

Desde a metade do século XX, a Tecnologia vem se desenvolvendo de forma cada vez mais veloz, trazendo praticidade e inovação em todos os âmbitos sociais, como no meio familiar e no trabalho. No entanto, ao analisar o modo de vida atual, percebe-se que há lacunas – a superexposição as telas – que acarreta em problemas psicoemocionais: a dependência e a manipulação.

Diante desse cenário, é pertinente afirmar que o vício nos meios digitais perpetuam na problemática em questão. Acerca disso, a partir dos conceitos da Neurociência, sabe-se que a cor, as luzes e os sons emitidos pelo celular causam um estado de alerta viciante, podendo impedir a liberação do hormônio do sono, a melatonina, pelo aumento do cortisol, prejudicando a qualidade do sono. Assim, há queda na concentração e no rendimento do indivíduo. Então, faz-se necessário medidas de conscientização para combate-lo.

Ademais, as redes sociais usam os dados para chegar em cada pessoa. Entretanto, isso gera o poder de controle para esse meio. Além disso, assim como os regimes autoritários, que assombraram o mundo na 2° Guerra Mundial, como o Nazismo, os recursos digitais utilizam também das mídias para produzirem na mente humana um pensamento igual, tornando mais fácil influenciar as massas. Dessa maneira, torna-se importante analisar a História para não permitir que algo análogo aconteça novamente.

Portanto, fica evidente os efeitos da superexposição digital, fazendo-se necessário uma proposta resolutiva. Dessa forma, o Ministério da Saúde em parceria com psicólogos, devem promover conscientização do perigo gerado, através de campanhas e palestras em escolas e empresas, atingindo toda a camada da sociedade, a fim de ter uma população mais saudável. Deve-se, também, salientar os benefícios das atividades ao ar livre e do convívio familiar, que traz maior qualidade de vida.