Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 01/09/2020

Em um estudo em 2015 da OMS (Organização Mundial de Saúde), a cada 6 segundo que se passa morre uma pessoa as doenças relacionada ao tabaco, isso que vale a 6 milhões de pessoas por ano, de acordo com o documento esse número deve aumentar para 8 milhões até 2030 caso não seja nada feito. Quando o assunto é tabagismo deve-se analisar os problemas ambientais e, também, a saúde do fumante.

Sendo assim, percebe-se que o tabagismo acaba resultando o descarte indevido, causando impacto ambientais. Quando isso ocorre pode provocar impasse ao meio ambiente, deixando resíduos químicos, Hannah Arendt afirma que o pior o mal é aquele visto como algo cotidiano, corriqueiro, é possível perceber que ao jogar o cigarro na natureza é algo normal.

Dessa forma, percebe-se que lidar com o tabaco faz um grande mal para o sujeito. Segundo os estudos do ministério da saúde existem mais de quatro mil substâncias tóxicas que aumentam gradativamente o aumento de chance de câncer de pulmão e outros, e também é responsável por 25% das mortes coronárias estão relacionados ao uso do tabaco.

Diante disso, medidas devem ser tomadas, a fim de melhorar a saúde da população e do meio ambiente, assim o Ministério da Saúde junto com o Ministério do Meio Ambiente, em parcerias com os Municípios e o Estado, deve distribuir lixeiras de coletas especiais para os resíduos de cigarro. O Ministério da Saúde, deve criar campanhas na televisão postos de saúde e em redes sociais e montando clinicas de reabilitação alertando os usuários e dando opções de recuperar-se, dessa maneira diminuindo o número de fumantes e das doenças que o cigarro causa.