Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 08/09/2020

No cinema americano a imagem sobre o uso de cigarro era vista como glamour e status entre os personagens. Nesse contexto, filmes como ´´Casablanca´´, ´´Gilda´´, ´´Bonequinha de luxo ´´, tem em comum cenas de seus grandes astros fumando. Porém, atualmente o contexto muda a visão do tabagismo devido as ocorrências de doenças respiratórias e enfermidades provocadas pelo vício da nicotina.

Em primeiro plano, segundo a ANVISA, o fumo e a principal causa das doenças respiratórias atingido 90% dos casos de infeções pulmonares. Além disso, a pneumonia e outras doenças são mais propensas em fumantes e ex-fumantes. Assim, mesmo com os avisos estampados nas caixas de cigarro e as campanhas publicitarias sobre o fumo não são suficiente para diminuir a taxa de fumantes. De acordo a OMS ( Organização Mundial da Saúde),  em  2016, 20% da população mundial fumou tabaco.

Em segundo plano, enfermidades como câncer, doenças cardiovascular, úlceras, infarto, AVC, são relacionadas ao uso do cigarro. Conforme, a OMS, estima-se que no Brasil 157 milhões de pessoas morrem em ocorrência de doenças provocadas pelo tabagismo. Assim, a perspectiva do Estado promover a saúde da população como diz na Constituição de 1988, se reflete a negligência governamental em combate a tabaco.

Portanto, para diminuir os problemas e consequências do cigarro medidas governamentais devem ocorrer. O Ministério da Saúde, deve criar palestras e cartilhas por meio da informação de especialistas e médicos sobre os impasses provocados pelo tabagismo,além de disponibilizar dados sobres as enfermidades provocadas a fim de conscientizar e promover na população um cuidado maior com sua saúde uma vez que ao conhecer os malefícios do consumo possa diminuir ou procurar ajuda para tratar o vício. Dessa forma, todo o status do ato de fumar só será evidente no cinema e não será mais um problema na sociedade brasileira.