Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 08/09/2020
Durante o século XX, fumar tornou-se sinônimo de sofisticação e “status”, principalmente por ser um item destinado à um público com elevado poder econômico e social. Entretanto, ainda há marcas deixadas por essa época na contemporaneidade. Dessa forma, é perceptível que a influência da mídia, somado ao baixo investimento governamental em educação contribui para o tabagismo.
A priori, é importante ressaltar os meios de comunicação como formadores de opinião popular, o que auxilia no crescimento do consumo de tabaco. É evidente a ação de canais midiáticos no comportamento da população, apesar de saber das consequências, as pessoas - sujeitas diariamente a propagandas, filmes, séries e outros - são controladas inconscientemente. A frase “a massa mantém a marca, a marca mantém a mídia e a mídia controla a massa” de George Orwell corrobora esse comportamento que mesmo sendo involuntário, precisa ser combatido.
A posteriori, a instrução educacional fornecida pelo governo é precária, colaborando com o aumento da prática de fumar. Segundo Nelson Mandela, “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo”, ou seja, é necessário que seja fornecido um ensino básico de qualidade, formando pessoas que não serão facilmente influenciados e enganados, que serão ensinados sobre as consequências do uso de substâncias com nicotina, entre outros. Com isso, problemas de saúde gerados pelo uso de drogas lícitas como tabaco serão minimizados e como consequência, uma economia de gastos públicos que seriam destinados à esse problemas.
Nesse viés, faz-se necessário que o Governo Federal, como instância máxima administrativa executiva, atue em favor do povo, por meio do fornecimento de recursos econômicos ao Ministério da Educação, que investirá no ensino básico, conscientizando as crianças acerca das problemáticas geradas pela prática do tabagismo, o que diminuirá os usuários da substância na fase adulta. Além disso, o Estado deverá criar projetos de lei que controlem a mídia, com restrições no número de propagandas por hora, de modo a contribuir para a autonomia da população. Logo, será possível atenuar os impactos deixados pelas classes de alto poder financeiro do século XX.