Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 12/01/2021
Machado de Assis, em sua fase realista, despiu a sociedade brasileira e teceu críticas ao comportamento egoísta e superficial que caracteriza essa nação. Não longe da ficção, percebem-se aspectos semelhantes no que tange à questão dos problemas e consequências ligados ao tabagismo no século XXI. Nesse contexto torna-se evidentes como causas a má influência midiática, bem como a falta de campanhas eficazes.
Primeiramente, deve-se resaltar a distorção do problema feito pela mídia como um complexo dificultador para a diminuição do uso do tabaco. Conforme Pierre de Bourdieu , o que foi criado para ser instrumento de democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão. Nessa perspectiva, pode-se observar que a mídia em vez de promover debates que elevem o nível de informação da população acerca dos prejudícios a saúde causados pelo uso do cigarro, como cancêr e doenças cardiorrespiratórias, influencia na consolidação do problema.
Além disso, há a falta de campanhas eficazes como impulsionador do tabagismo. Segundo dados estátisticos, cerda de cinco milhões de pessoas morrem todos os anos por doenças ligadas ao uso excessivo de cigarros. Adiante de tal exposto, fica claro a necessidade de fazer campanhas em escolas e nas redes sociais, com o objetivo de levar informações importantes sobre as consequências que o uso do tabaco gera na saúde e na vida dos dependentes e de quem está perto destes.
Portanto, é preciso que o Estado tome providências com o intuito de amenizar o quadro atual. Para isso, o Ministério da Saúde, com o apoio do MEC, deve criar campanhas nas redes socias , por meio de relatos de dependentes do tabaco, sobre os malefícios que o cigarro gera para o ser humano, com o intuíto de reverter o silenciamento midiático e levar conhecimento sobre o assunto. Assim, será possível uma melhor qualidade de vida para toda a população.