Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/08/2020
O uso do tabaco surgiu no ano 1.000 a.C, em sociedades indígenas da América Central, em rituais religiosos e de curandeirismo. No século XVI o uso se espalhou pela Europa, para fins medicinais e quatro séculos depois passou a ser industrializado em forma de cigarro e se propagou pelo mundo. Já na década de 20 a 80, o ato de fumar era visto como glamour, o que estimulava o uso, onde os malefícios trazidos á saúde pelo fumo não eram conhecidos.
A partir das descobertas dos prejuízos causados pelo tabagismo, a OMS passou a trata-lo como um grave problema na sociedade, e assim, foi determinada a proibição do vínculo do produto a qualquer tipo de propaganda. Mesmo com a tentativa de diminuir a divulgação, ainda há um alto número de consumidores em sua maioria jovens, talvez por serem vistos como um alvo mais vulnerável e manipulável que muitas vezes têm atitudes impulsivas, influenciados pela moda. Logo, o vício se inicia cedo, aumentando a probabilidade de doenças.
Decerto, no cigarro contém diversos elementos tóxicos, entre eles a nicotina, que tem alto poder viciante; essas substâncias causam muitos riscos para a saúde dos fumantes, como doenças cardiovasculares, respiratórias, câncer e outros. Além de prejudicarem a própria saúde, muitos usuários não têm consciência em relação aos lugares que consomem o cigarro, e fazem com que as pessoas ao redor se tornem fumantes passivas e propícias as mesmas doenças.
Portanto, é mister que em primeiro lugar, o Ministério da Educação de organizar palestras e projetos envolvendo toda a comunidade escolar para orientar sobre os malefícios que o cigarro traz, para que o número de jovens consumidores diminua. O Ministério da Saúde precisa criar clínicas de apoio e acompanhamento psicológico ao fumante para se libertarem do vício.