Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 26/08/2020

A Organização Mundial da Saúde aponta que o tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano. O consumo da nicotina, substância presente no tabaco que causa dependência, é considerado uma substância psicoativa. A nicotina produz alterações no sistema nervoso central, o que prejudica o estado emocional e comportamental do fumante.

O uso contínuo do tabaco pode gerar inúmeros fatores de risco, como por exemplo, bronquite, enfisema pulmonar, câncer de traqueia, câncer de pulmão ou até mesmo doenças não transmissível, como tais como a turbeculose ,e catarata. Além disso, médicos afirmam que fumantes tendem a ter o aumento da pressão arterial, resultando assim em três vezes mais chances de doenças cardiovasculares do que os não fumantes. Importante ressaltar que, o fumo também agride pessoas que não fumam, conhecidos como fumantes passivos.

Outrossim, o cigarro prejudica também a autoestima , já que é o responsável pelo surgimento de rugas, aumento na queda de cabelos, perda de peso,e amarelamento dos dentes. Fora isso, o tabagismo provoca aumento no custo financeiro, basta considerar que um maço de cigarro em média no Brasil custa R$ 7,0, fazendo as contas de quantos maços que são consumidos por dia esse valor pode variar de R$ 210,00 a R$420,00 por mês.

Diante dos fatos mencionados, é possível perceber que o cigarro não possuem vantagens a vida dos humanos, por isso, as organizações de saude juntamente com o governo devem por sua vez ajudar com esse processo. Os impostos dos cigarros poderiam ser mais altos, restrição do tabaco em lugares fechados, lei do antifumo ( proíbe o ato de fumar cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilé e outros produtos em locais de uso coletivo), em caso de desrespeito a norma, os estabelecimentos comerciais podem ser multados.