Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/08/2020

O cigarro e a ação de fumar sempre foi utilizada pela indústria do entretenimento, principalmente pelo cinema. Em filmes antigos ou passados nas décadas de 40 até 2000 fumar é a personificação de glamour. Filmes clássicos como Casablanca, Gilda e Grease fazem parte da Era de Ouro do Tabaco em Hollywood, onde as obras eram patrocinadas por empresas de tabaco. Infelizmente as consequências dessa glamourização estão presentes nos dias hodiernos, onde toda uma geração iniciou o cigarro bem cedo. No início dos anos 2000, leis mais rígidas foram implantadas por governantes e pela indústria cinematográfica, onde o cigarro é restrito em filmes para menores de 12 anos no Brasil, segundo o Ministério da Justiça. Considerado por muitos relaxante e/ou prazeroso, seu uso se tornou cada vez mais popular. Com isso, decorre um vício que acaba alimentando crimes o crime organizado. O tabaco ilegal chega no Brasil, com preços extremamente baixos se comparado ao do legal, depois de ser produzido em fábricas Paraguaias.

Além disso, o vício em cigarros traz inúmeros malefícios para o usuário, entre eles, substâncias tóxicas no organismo, 30% de aumento de chances de adquirir câncer pulmonar e 30% de outros cânceres, como o de estômago. As mortes anuais pelo uso de tabaco  atingiu a marca de 4,9 milhões.

Portanto, novas medidas urgentes são necessárias para resolver a questão. O Ministério da Saúde deve dificultar o acesso aos cigarros por meio de um projeto de lei a ser entregue à câmara dos deputados, proibindo estabelecimentos, como bares, de vender o produto. Além de a Secretaria da Receita Federal do Brasil administrar uma revista rígida para combater o contrabando de tabaco. Espera-se, com essas medidas, que a cultura e o vício de fumar seja freada no Brasil.