Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 19/08/2020
Entre os anos 1920 a 1980, celebridades de Hollywood utilizavam o cigarro como forma de “status” e influenciavam outras pessoas a utiliza-lo também. Porém, fumar traz muito mais malefícios que benefícios e ainda assim muitos morrem todos os anos porque não há campanhas contra o fumo. E a vida de quem fuma se complicou ainda mais nos tempos de pandemia, pois o COVID-19 inseriu eles no grupo de risco.
No ano 2000, o presidente Fernando Henrique Cardoso proibiu as propagandas incentivando a compra de cigarros. Esse foi um passo importante para o fim desse mal, mas não o suficiente, pois ainda assim são fumados 333 cigarros por ano no Brasil, segundo o Atlas do Tabaco. O tabaco não traz apenas um problema financeiro, mas também leva a várias doenças, diversos tipos de câncer, asma, bronquite crônica, etc.
Além disso, os usuários do tabaco podem trazer riscos para outras pessoas próximas, tornando-as fumantes passivas. Com isso, o número de pessoas que morrem de doenças respiratórias é ainda maior, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde Brasil, o fumo mata 8 milhões de pessoas por ano e 1,2 milhão dessa parcela são passivos.
Portanto, o Ministério da Saúde, em parceria com empresas televisivas, deve criar propagandas contra o uso do cigarro para conscientizar a população sobre seus maus. Também deve-se criar clinicas especializadas para o tratamento do viciado e fazer uma alta divulgação. E com o Ministério da Educação (MEC) criar palestras em escolas para que as crianças cresçam sabendo dos riscos do tabaco.