Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/08/2020

Fumo, por definição, caracteriza-se como ato vicioso de fumar. Tal ato, nas décadas de 20 e 80, era visto como glamour para as celebridades de Hollywood. O fato estimulava o uso do cigarro por outras pessoas, como os fãs, por exemplo. Entretanto, nessa época os malefícios do cigarro à saúde não eram conhecidos.

Acima de tudo, a nicotina possui um alto poder viciante e a maior parte dos consumidores são os jovens. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), 24 milhões de jovens entre 13 e 15 anos no mundo fumam cigarro. Isso não é algo positivo, visto que a juventude é uma fase da vida que tem por característica a vontade de ter novas experiências, o que pode trazer problemas futuros. Além disso, não são todas as experiências que servem como aprendizados, pois o ato de fumar é altamente perigoso, assim um jovem fumante se torna um adulto fumante.

Vale ressaltar que o tabagismo é um vício, dependência de nicotina, que tem relação com aproximadamente cinquenta doenças: câncer de pulmão, enfisema pulmonar, doenças cardiovasculares, entre outras. É válido notabilizar que o uso de cigarro pode levar à morte. No entanto, mesmo com o número crescente de óbitos o hábito de fumar continua crescente. O INCA afirma que 428 pessoas morrem diariamente por causa do tabaco.

Portanto, é dever do Ministério da Saúde criar clínicas de apoio e acompanhamento ao fumante, com o intuito de fazê-lo vencer o vício do cigarro. Outrossim, é dever da mídia criar propagandas alertando sobre as consequências do tabaco em relação ao usuário e sobre as pessoas ao redor dele, fazendo com que os fumantes abandonem a prática.