Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 20/08/2020

A popularização do tabaco deve-se à expansão marítima européia, fato que ocorre a partir da segunda metade do século XVI. Porém, antes mesmo desse feito, a planta era utilizada por boa parte dos nativos da América para uso medicinal e realização de rituais. No entanto, em 1950, surge a preocupação acerca do tabagismo e o seu papel no desenvolvimento de diversas doenças, descoberta que o classifica como maléfico, um problema de saúde pública a ser combatido.

Bem como é sabido sobre os danos causados pelo cigarro, deve-se atentar que parte da sua composição possui nicotina, essa substância é a principal responsável por gerar o vício. A datar da premissa de que o tabaco gera danos à saúde a longo prazo, o início dessa prática na adolescência é problemático, já que é comum o perseverar do hábito no decorrer da vida.

Além disso, os fumantes passivos, pessoas que convivem com fumantes e/ou inalam a fumaça do cigarro de forma cotidiana, também sofrem com o tabagismo, já que ele aumenta em 30% as chances de se adquirir câncer de pulmão e em 24% a probabilidade de se ter um infarto agudo do miocárdio. Em contrapartida, a Lei Antifumo visa combater esse problema ao proibir o uso do cigarro em locais coletivos, sejam públicos ou privados.

Logo, é preciso que o Estado, através do ministério e das secretarias de saúde elabore leis e projetos que visam denunciar os malefícios do cigarro e dificultar a sua circulação. Ademais, a família deve educar os jovens à respeito dos danos causados pelo tabaco e aplicar medidas disciplinares aos menores que se submetem a tal dano.