Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 20/08/2020

A sociedade durante a sua evolução esteve sempre adquirindo novos vícios, até a década de 70, o cigarro era visto como um acessório elegante e seu consumo era bastante comum, até mesmo entre crianças e adolescentes, porém surgiu com o objetivo de atingir principalmente o público masculino, e no público feminino se tornou forma de sensualidade.

A maior parte dos fumantes tem início na adolescência e levam o hábito para a vida inteira. A OMS afirma que 80% desse grupo começaram antes dos 18, tendo grande influencia da mídia que através da publicidade e da propaganda são capazes de induzir as pessoas ao fumo, mediante técnicas enganosas para aumentar e manter o número de clientes, colocando o ato de fumar como uma atitude descola para os jovens.

Além disso, não é só o fumo ativo que aumenta o risco de doenças, mas o passivo também, por dia sete não fumantes morrem de doenças por consequência do fumo passivo. Crianças e bebês são particularmente mais suscetíveis ao tabagismo passivo e com risco aumentado de desenvolver doenças respiratórias, doença do ouvido médio e a síndrome da morte súbita infantil, tornando assim o cigarro uma questão de saúde pública.

Com isso, providencias devem ser tomadas para amenizar o numero de dependentes químicos, o Ministério da Saúde deve criar uma rede de clinicas de reabilitação com fim de acolher a demanda de vítimas desse vício e dessa forma garantir o bem estar dos pacientes e das pessoas ao seu redor.