Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/08/2020
O tabaco e sua proeminência presente pelos mercados internacionais e nacionais tem uma extensa história e intrínseca associação com os períodos que mais usufruíam de seus efeitos, ou mais atualmente, a gradual ausência de seu uso, para o melhor.
Desde o ‘’elixir’’ de lordes no século XIX, ou o principal instrumento para o relaxamento de barões do início do século XX, até o atrelamento insubordinação juvenil dos anos 50, se estendendo ao advento do novo milênio, porém, algo tão resiliente quanto o vínculo entre o cigarro e o Jazz ou ao Rock, é comprovada malícia orquestrada pelos vapores nos fumantes mais ávidos.
Problemas respiratórios, dentais, até o infame câncer e outros desequilíbrios sociais. Tais ‘‘virtudes’’ não expostas pelo marketing sagaz fornecido, prejudicam aqueles que adquirem tal produto. Os males causados pelo marketing são um dos mais horrendos e estão sendo propriamente regulados em diversas nações, para que prejuízos maiores não ocorram.
As sanções impostas por diversos agentes governamentais são de ótimo grado para que os narcóticos lícitos não pousem na boca dos menos habilitados e, por fim, a melhor medida medida para aqueles mais assíduos pela fumaça, seria a distribuição mais generalizada de equivalentes, como gomas ou cigarros eletrônicos, ou seja, não os propriamente ditos, para que o vício possa ser controlado sem muitos prejuízos para os que usufruem de tais produtos, em busca, também, de uma conscientização para poupar a ruptura de diversos pulmões ou até mesmo famílias, por conta do vício