Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 20/08/2020
O maior vilão da atualidade.
Nunca foi uma novidade de que fumar em excesso seja algo prejudicial para o ser humano, mas, mesmo sabendo disso, muitas pessoas ainda fumam, por questão de que, querendo ou não, o cigarro é uma droga legal com altos índices de vício e, por conta disso, isso causa milhões de mortes em todo o mundo.
Mais de um bilhão de pessoas fumam, em todo o mundo, e, todo ano, o tabagismo mata mais de cinco milhões de pessoas, das quais 600 mil morrem por fumo passivo. Fumar um cigarro por dia já é extremamente prejudicial a saúde, podendo aumentar em até 50% as chances de um problema cardiovascular.
O tabagismo não é só prejudicial ao corpo humano, mas também ao governo, que tem que gastar milhões para poder tratar de doenças causadas pelo excesso de fumo. Por mais que o número de doenças cardiovasculares tenha diminuído significativamente nos últimos anos, continuam sendo a maior causa de mortes no mundo todo, até mesmo que doenças como HIV, overdose e alcoolismo, todas juntas.
O cigarro pode causar câncer em quase todos os órgão do corpo, como câncer de pulmão, de pâncreas, estômago, entre outros. Segundo pesquisas, se não houvessem fumantes no planeta, uma em cada três mortes por câncer de pulmão, nos Estados Unidos, não aconteceria.
Muitas empresas hoje estão lutando contra o tabagismo, criando cigarros eletrônicos, conhecidos como “Vape”, que não deixam bitucas, não dão mal hálito, não soltam fumaça com mal odor e fazem menos mal para a saúde, se tornando uma saída para os fumantes.