Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 23/08/2020
No século passado, o ato de fumar era visto como uma ação glamourosa e que era influenciada pela mídia, a exemplo, temos a campanha estrelada pelo personagem “Camelo”, o qual ficou muito conhecido pelos adultos e jovens. No entanto, nos dias hodiernos, é proibido por lei fazer propagandas que remetem ao tabagismo como algo bom e glamouroso. Nessa perspectiva, tais mudanças em relação ao tabaco e sua fama, se deu devido aos inúmeros problemas que ele traz à saúde do fumante e às pessoas ao seu redor.
A princípio, sabe-se que o tabagismo é extremamente prejudicial à saúde, pois ele traz diversas doenças e agride intensamente nosso corpo. Nesse sentido, o número de mortes causadas pelo uso de cigarro no mundo é de aproximadamente 7 milhões de mortes anuais. Logo, as principais consequências mortais desse vício são: doenças cardíacas, doenças pulmonares crônicas e câncer de pulmão. Além disso, nosso corpo fica extremamente fragilizado, segundo o médico Drauzio Varella, o fumo queima os alvéolos pulmonares, aumenta a pressão arterial e pode gerar uma possível disfunção erétil. Dessa forma, é necessário manter constantemente as campanhas publicitárias para informar e, a partir disso, evitar que pessoas ingressem nesse vício.
Ademais, outro problema causado pelo tabagismo é a intoxicação às pessoas que convivem ao redor do fumante. Segundo o hospital “Oswaldo Cruz”, os fumantes passivos podem apresentar as mesmas doenças que os fumantes ativos, além disso, a fumaça inalada por essas pessoas é ainda mais tóxica do que a inalada pelos fumantes. Outra vítima que pode ser gravemente afetada é a criança, pois o site do hospital afirma também que ela possui 50% de chances a mais para desenvolver doenças crônicas ao inalar as toxinas causada pelo fumo passivo. Sendo assim, pessoas que fumam em lugares públicos ou com a presença de alguém, estará colocando a sua vida e dessas pessoas em risco.
Torna-se evidente, portanto, que fumantes ativos e passivos estão perdendo a qualidade e expectativa de vida. Assim, cabe ao Ministério da Cultura juntamente às indústrias midiáticas criarem campanhas que utilizam de uma pauta antagônica ao tabagismo, por meio de programas de TV, como a campanha feita pela Drauzio Varella, chamada “Uma conta imoral”, na qual ele fala dos efeitos do fumo de tabaco e as consequências que ele traz para a sociedade. Afim de influenciarem o maior número de pessoas possível a ser contra a prática e reduzir os índices de mortos e doentes por tabagismo e fumo passivo. Desse modo, o combate contra o tabagismo ganhará forças e a qualidade de vida das pessoas envolvidas aumentará.