Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 25/08/2020

No século XVI, durante o Período Colonial, o tabaco foi fortemente cultivado pela família real portuguesa. Analogamente, esse período não diverge da contemporaneidade, tendo em vista o grande números de pessoas que fazem uso do tabaco. Nesse liame, esse fator mostra-se como um grande desafio, que deve ser premente combatido. Haja vista que, o ato precoce do tabagismo em concórdia com a comoção da sociedade são fatores preponderantes que assolam os usuários de cigarro em curso inefável.

A priori, segundo a Organização Mundial da Saúde – (OMS), o tabaco proporciona o óbito de mais de 8 milhões de vítimas a cada ano e dentre esses a maioria experimentam enquanto adolescentes, embora sua venda seja proibida para menores de 18 anos. Com isso, em sua composição, faz-se presente a nicotina, responsável por produzir a sensação de prazer de modo a induzir ao abuso e à dependência. Essa obsessão química, levou ao falecimento o produtor e criador de famosos desenhos, Walt Disney, em decorrência das complicações no pulmão. Dessa forma, o desequilíbrio racional da juventude em consonância com o desejo de fugas mentais, a exemplo de pressão e busca por autoafirmação, despertam ambições detentoras de vício. Portanto, vale ressaltar o contato com a fumaça expelida, que também é prejudicial aos indivíduos que não fumam, no entanto aspiram a fumaça do mesmo ambiente de forma a desenvolver patologias pulmonares.

Outrossim, em esfera contemporânea, observa-se a tentativa de movimentação social que busque conter o incremento do tabaco na sociedade. Sendo assim, foi criado o Programa Nacional de Controle do Tabagismo com intuito de reduzir a prevalência de fumantes. Segundo a revista médica “The Lancet”, em 2012, o Brasil estava entre os países com maiores taxas de fumantes que abandonaram o vício, uma vez que revela consequência positiva das políticas públicas. Logo, o tabagismo é uma questão de saúde de grande importância, haja vista a sua influência na gênese de várias outras doenças.

Destarte, compete ao Ministério da Saúde, atrelado ao Ministério da Educação, promoverem campanhas, cujo tema, em detalhe, seria “todos juntos para o combater a excessiva prática tabagista”. Isso deve ser feito por meio das redes midiáticas desse Ministério e das salas de aula, especificamente para os ensinos fundamentais e médios. Essa ação possui como finalidade a sensibilização dos indivíduos, desde os jovens e infanto-juvenil, acerca do quanto o tabaco pode ser negativo e prejudicial para a saúde dos indivíduos. Assim, espera-se que seja progressivo o combate às práticas tabagistas entres os sujeitos e que problemas como do Walt Disney deixem de acontecer.