Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 30/08/2020

Aproximadamente há seis séculos atrás, o tabaco chega ao Brasil através de imigrantes indígenas. Antigamente, a prática do fumo era vista como uma maneira de demonstrar ostentação, luxúria e liberdade. Porém, na contemporaneidade, tornou-se um dos principais causadores de doenças crônicas, poluição ambiental e prejuízos econômicos aos cofres públicos.       Convém ressaltar, a princípio, que cerca de 30% da população brasileira é fumante. Segundo Draúzio Varella, médico sanitarista, a fumaça inalada do cigarro de tabaco é mais prejudicial aos não-fumantes do que aos próprios fumantes.

Além disso, há mais de 3 mil substâncias tóxicas no tabaco, o que resulta em consequências negativas para a sociedade e o meio ambiente, através da poluição no ar e os riscos de incêndios com o descarte indevido da sobra do cigarro, após fumado. Ademais, os tratamentos públicos disponíveis pelo SUS - Sistema Único de Saúde - para as inúmeras doenças crônicas que são causadas pelo tabagismo, trazem mais prejuízos para a economia do país do que lucros com a comercialização do tabaco.

Após isso, é perceptível a necessidade coletiva para a resolução dessa problemática. O Estado, através dos Ministérios da Saúde, da Economia e do Ambiente, em parcerias com ONG’s destinadas a ajudar no tratamento do tabagismo, utilizarão de investimentos em abertura de clínicas de reabilitação para os viciados, onde oferecerão acompanhamento psicológico aos usuários que querem ser tratados do tabagismo e de outras drogas. Destinando investimentos também na área tecnológica, através de campanhas de conscientização dos malefícios, vídeos de motivação para os pacientes e sites onde serão auxiliados por profissionais da saúde em seus tratamentos. Dessa forma, o Estado proporcionará uma melhor qualidade de vida para a população e diminuirá a quantidade de consumidores do tabaco.