Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 31/08/2020
O tabaco e o cinema sempre estiveram lado a lado, como por exemplo o filme “Bonequinha de luxo” (1961) em que a protagonista fuma em praticamente todas as cenas. De fato, a indústria cinematográfica foi um grande contribuinte para a prática de fumo, que leva as pessoas à sérios problemas de saúde.
Antigamente, o cinema induzia as pessoas a fumar, ao exibir atores fumando como forma de elegância, charme e poder. Atualmente, há uma reflexão sobre a exibição desse produto nocivo e letal nas produções audiovisuais, como por exemplo a netflix, em que suas séries originais com classificação etária para maiores de 14 anos, deixarão de mostrar personagens fumando ou qualquer representação semelhante.
Por consequência, o percentual de fumantes com 18 anos ou mais no Brasil é de 9,8%, sendo 12,3% entre homens e 7,7% entre mulheres, segundo dados do Vigitel/2019. Essa prática acarreta problemas de saúde, como bronquite, doenças cardiovasculares e respiratórias, câncer de pulmão e outros tipos, matando mais de sete milhões de pessoas por ano.
Portanto, medidas são necessárias para barrar tais fatos. A mídia, sendo um grande veículo formador de opinião e difusora de informação, poderia abordar os danos que o uso de cigarro traz, por meio de publicações em forma de campanhas nas redes sociais, com a finalidade de alertar a população do mal que o tabaco faz a saúde. Espera-se com essa medida diminuir o número de fumantes.