Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 10/09/2020
O documentário Desserviço ao consumidor, produzido e disponível na plataforma da Netflix, aborda em um de seus episódios sobre a febre do vape, um cigarro eletrônico que diz ter como função auxiliar pessoas viciadas em tabaco e nicotina, a largarem o cigarro e consequentemente superarem o vício. Como presente no documentário, que é baseado em pesquisas, é divulgado que o dispositivo não teve o seu propósito alcançado, já que trouxe muitos jovens para o caminho da dependência. O tabagismo no século atual tem facilitadores, principalmente com as redes e o status social que possuem grande presença, as consequências e problemas causados por essa obsessão são graves e estão se tornando mais comuns a cada dia.
Segundo a OMS, cerca de 8 milhões de pessoas morrem anualmente devido o tabagismo, mas nem todas elas são usuárias, em média 1,2 milhão são não fumantes que morrem por consequência da exposição. Entre os principais sintomas e doenças causadas por esse vício estão: o aumento da pressão arterial e de doenças cardiovasculares, como também o câncer de pulmão, que é o qual mais possui vítimas fatais no mundo. Tudo isso sendo causado por algo desnecessário e não essencial.
É valido destacar igualmente que, o tabagismo é considerado a maior causa evitável de mortes prematuras no mundo. Contudo nem sempre é tratado como tal, considerado um vício, que trás prazer quase que instantaneamente, é desenvolvido pelo hábito de fumar, independe da forma de utilização seja um cigarro comum ou eletrônico, fumo ou outros modelos. Por mais que o vício em nicotina torne o indivíduo dependente, é necessário enfatizar que, existe cura e tratamento para se tornar não fumante.
Portanto, é notável o esforço da OMS em relação ao uso dessas substâncias. Um de seus projetos pede a proibição de dispositivos eletrônicos de fumo, o Brasil foi um dos primeiros a adotar a medida preventiva, que trouxe muitos efeitos positivos para o país. Convenções podem ser usadas para trazer esse problema à tona e países juntos terem novas ideias para a resolução do mesmo, pode ser por meio de campanhas ou formas mais severas como leis. Certamente, não se deve desenvolver um hábito prejudicial à saúde somente por status social e por ser moda, como é muito comum no mundo globalizado, um simples ato de proibir a postagem publicações que façam apologia ao uso de drogas legais ou ilegais é um grande facilitador para a diminuição de usuários das mesmas. Sabe-se que não é fácil ajudar alguém com um vício, porém tentar auxiliar é necessário.