Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 11/09/2020

Segundo o terceiro presidente dos Estados Unidos, Thomas Jefferson, a aplicação das leis é mais importante que sua elaboração. Entretanto, o que se observa no Brasil é o oposto do que Jefferson prega, uma vez que o Tabagismo no século XXI apresenta obstáculos na sociedade, as quais dificultam a concretização da eficiência do pressuposto. Contudo esse cenário é fruto tanto da dependência que os indivíduos adquirem com a nicotina, quanto da síndrome de abstinência causada pelo fumo. Dessa forma torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.

Sobretudo é fulcral pontuar que o Tabagismo no século XXI, deriva da baixa atuação do poder Judiciário, no que concerne fiscalizar o cumprimento da lei. Ademais, é imperativo ressaltar que a falta de informações retarda na resolução do empecilho, pois, o uso do fumo provoca sérios problemas, doenças no pulmão e até câncer.

Todavia, destaca-se o uso gradual como impulsionador do problema. De acordo com Durkheim, o fato social é uma maneira coletiva de agir e de pensar, dotada de exterioridade, generalidade e coercitividade. Seguindo essa linha de pensamento, observa-se que o consumo do tabaco é desde o século XV. Nesse hiato, a série Coisa mais Linda, retrata o ano de 1950, na qual percebe-se que a classe média e baixa fumavam, o cigarro fazia parte do cotidiano dos habitantes da daquela época.

Nesse sentido, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática, necessita-se, urgentemente, que o Poder Judiciário, juntamente, com o Ministério da Saúde, disponha de soluções, com o intuito de orientar os cidadãos sobre as consequências do uso da nicotina e o que provoca no corpo humano. Com efeito disso, atenua-se, em média e longo  prazo, o impacto nocivo do Tabagismo no século XXI.