Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 30/11/2020
O filme estadunidense, “Beleza Americana”, relata uma realidade comum entre a população, na qual a presença do cigarro é fundamental e demonstra a inserção de todos. Paralelamente, a realidade é a mesma, em que a busca pela incorporação no padrão social é incessante e, por isso, suscita o tabagismo. Nesse sentido, a vicissitude é atestada pela mentalidade capitalista, como pela manipulação midiática.
Em uma primeira análise, vê-se que os princípios do capitalismo estão entre as causas para o problema. Desse modo, ocorre a negligência do Estado, o qual funciona como ferramenta de alcance de interesses individuais, visto que, o ideal capitalista requer lucro e, portanto, estimula o uso de tabaco. De acordo com o filósofo e sociólogo prussiano, Karl Marx, “as ideias dominantes numa época nunca passaram das ideias da classe dominante”, ou seja, a dinâmica da sociedade está em conformidade com os interesses da elite.
Outrossim, cabe salientar, que a manipulação midiática também é motivo para a problemática. Desde a Ditadura Militar no Brasil, a mídia é usada para assegurar os interesses do Estado e, configura, pois, uma padronização de comportamento e de pensamento. Ademais, essa estrutura causa a utilização excessiva de tabaco e, consequentemente, diversos problemas de saúde que matam, anualmente, cerca de 36700 pessoas por doenças cardíacas, de acordo com uma pesquisa feita pelo IBGE.
Diante dos fatos supracitados, é perceptível que o tabagismo é um tema importante e que carece de soluções. Portanto, cabe ao Governo Federal, por intermédio dos meios midiáticos, promover campanhas relacionadas ao uso de cigarros, as quais informem sobre os perigos de fumar. Dessa maneira, o intuito de tal medida é diminuir o caso de doenças e mortes advindas do tabagismo. Sendo assim, o contexto vivenciado será gradativamente minimizado e se distanciará da ficção exposta em “Beleza Americana”.