Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 14/09/2020

Durante o século XX, o tabaco era associado a um estilo de vida glamouroso e moderno. Em contrapartida, na sociedade do século XXI, um novo panorama do tabagismo, reconhecido como doença crônica. Sendo assim, torna-se fundamental analisar os problemas e consequências causados pelas inúmeras toxinas presentes no tabaco.

A princípio, é relevante mencionar a nicotina, substância entre as 4700 encontradas no cigarro, já que, ela é a maior causadora de dependência, pois causa sensação de prazer e bem-estar. Dessa forma, a necessidade transforma-se frequente na vida do fumante, a ausência dessa substância traz consequências como depressão, ansiedade e síndrome de abstinência. Assim como, o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, relata a dificuldade para largar o fumo e brinca dizendo que parou por ter medo de sua esposa.

Ademais, o cigarro é um fator de ameaça a toda população , tanto para os fumantes quanto para os não-fumantes. Logo, doenças como câncer de pulmão, doenças cardiovasculares e respiratórias são bastante comum na população, nos quais os índices de morte ultrapassam 10 mil por dia pelo uso do tabaco, segundo a OMS. Bem como, do cultivo até o consumo, o tabaco afeta o ar, o solo, a água e ainda causa desmatamento, afirma o Instituto Nacional de Câncer (INCA).

Portanto, faz-se necessário desenvolver medidas que visem mitigar o tabagismo no século XXI. Dessa maneira, deve o Ministério da Saúde, em conjunto com a Mídia, elaborar campanhas nos veículos de comunicação como as redes sociais, de modo que conscientize a população sobre os riscos na saúde e meio ambiente, como também, lembrar aos fumantes do tratamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, cabe o Estado restringir o fácil acesso e preço acessível que corrobora para jovens menores de 19 anos sejam dependentes da nicotina. A partir dessas ações, espera-se promover redução no uso do tabaco e melhores índices na saúde da população.