Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 16/09/2020
Segundo o Código Internacional de Doenças, o tabagismo é um distúrbio pertencente ao grupo de transtornos mentais e comportamentais relacionado ao uso e a dependência do tabaco. Cabe pontuar, que essa planta mencionada foi descoberta no período do Brasil Colônia, no qual a exploração do território permitiu o achamento das drogas do sertão. Por certo, as consequências desse encontro afetam, diretamente, o século XXI, dado que o consumo de cigarro aumenta constantemente e os problemas de saúde, juntamente com as mortes, são intensificados.
A priori, vale salientar que os altos índices de fumantes no Brasil possuem ligações muito fortes com os processos de industrialização e com o capitalismo. Nesse contexto, é válido refletir sobre a imagem e a influência que as propagandas exercem no indivíduo, posto que a intensificação da produção do cigarro levou a uma maior divulgação, não somente do produto, mas sim de um novo estilo de vida, afinal essa prática era vista como algo elegante que as classes mais altas exerciam. Portanto, sob tal ótica, é possível validar os argumentos. Pois, a partir do momento em que é analisado os dados e constata se, que em 1962 foi desenvolvido pesquisas que comprovavam os malefícios do tabaco e em contrapartida a resposta da indústria foi insentivar ainda mais o uso, utilizando estratégias que camuflacem os pontos negativos e satisfazessem as necessidades da sociedade, ao invés de estimular a redução e preocupar com a saúde de toda a população. Em suma, é evidente que a preocupação está mais voltada a lucrabilidade e aos números de venda, do que as prováveis consequências.
A posteriori, vale ressaltar que o principal impacto é na saúde pública, tanto para os fumantes direto, como também, para os passivos. Nesse viés, é preciso enfatizar quais são as doenças predominantes correlacionadas ao tabuco. Desse modo, de acordo com a Organização Mundial da saúde, pode ser citado o câncer, sendo os mais comuns o de pulmão e o de garganta, o aciente vascular cerebral, as obstruções crônicas envolvendo o sitema respiratório e a pneumonia. Com base nisso, ainda existe os casos que encaminham para a morte, como por exemplo, no Brasil, que anualmente morrem cerca de 200 mil pessoas, sendo dessa quantidade 2600 fumantes passivos. Em síntese, é notório que embora a preocupação seja voltada para os lucros da venda, os gastos que o Estado tem com esses casos supracitados geram uma rentabilidade quase nula.
Em face do exposto, é necessário que o Poder Executivo, fortaleça e colabore para uma melhor execução das políticas de fortalecimento ao antitabagismo. Isso pode ser feito, mediante a um incentivo a propagandas e a palestras efetivas, com a finalidade de instruir e persuadir o indivíduo, visto que imagens nas caixas de cigarro tornaram algo ineficaz e o capitalismo é movido pela manipulação.