Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 18/09/2020

Nos anos 80, a Companhia de cigarros Malboro produziu um comercial, no qual um ator representava o “Cowboy da Malboro”. Ironicamente, esse intérprete morreu com câncer de pulmão devido ao consumo dessa droga. Nessa lógica, é evidente que o tabagismo está diretamente ligado à problemas de saúde. Entretanto, na hodierna, é incentivado o uso de cigarro não só pela valorização em séries e filmes mas, também, o desenvolvimento de novos meios de consumo. Logo, corrobora a problemática da saúde pública no país.

Em uma primeira análise, é importante observar a glamorização do fumo, na última década, nos cinemas. Esse fato pode ser comprovado pela famosa série britânica “Peaky Blinders”, em que o protagonista principal Tommy, considerado herói, aparece fumando em todos os episódios várias vezes. Assim, o personagem demonstra um comportamento errôneo, que induz o telespectador a seguir o mesmo caminho, aumentando o número de usuários e, consequentemente, maiores gastos do governo na saúde.

Ademais, as leis implantadas no final do século XX até os dias atuais, como a Lei Antifumo que proíbe fumar em ambientes públicos fechados, reduziu significativamente a procura pelo cigarro. Entretanto, a tecnologia proporcionou novas formas para o consumo de tabaco, tais como o cigarro eletrônico, que são discretos e não produzem cheiro, utilizado, principalmente, por jovens. Dessa forma, facilita a utilização em locais em locais proibidos, tornando-se armas contra o bem-estar da saúde.

Em virtude dos fatos mencionados acima, urge ações governamentais para combate dessa adversidade. Portanto, Ministério da Saúde deve apresentar um projeto que será aprovado por meio do Senado. Esse projeto, através da concessão de verbas do governo, promoverá campanhas publicitárias em redes sociais, como Twitter e Instagram, a fim de atingir com maior resultado os jovens, mostrando os graves danos causados pelo tabaco. Por conseguinte, a doença enfrentada pelo “Cowboy da Malboro” haverá, expressivamente, uma redução nos casos.