Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 18/09/2020
O tabaco foi descoberto no século XV por tribos indígenas e inicialmente sua proposta era afirmada para fins medicinais. Paralelamente, a indústria tabagista ganhou poder em meados do século XIX e XX ao influenciar fortemente sua propagação e consumo. No entanto, os percalços camuflados pela comercialização e desenvolvimento de tal produto, com o passar do tempo, evidencia que o uso do cigarro se mostra grave prejuízo pessoal que desemboca em ser grande problema para saúde pública brasileira.
Em primeiro lugar, é importante destacar a fugacidade de sua primeira proposta elaborada pelos índios uma vez que seu uso principal não é para à melhora da saúde e observar as consequências de sua utilização desde vários tipos de cânceres até problemas cardiovasculares. Ademais, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde) fumantes passivos tem cerca de 30% mais chances de desenvolver patologias do que pessoas que não tem contato com a fumaça. Além disso, as enfermidades trazidas pelo tabagismo vão muito aquém do câncer, de acordo com a Secretária de Saúde de São Paulo dois de cada três aneurismas estão relacionados aos usuários e problemas do trato respiratório são bem frequentes.
Dessa forma, é imprescindível ponderar que o tabaco gera dependência física e psicológica visto que contém nicotina, substância que está presente também em cigarros. Secundariamente, compreender sua ascensão na história da humanidade nos séculos XX e XXI faz-se necessário haja vista que a sua principal propagação para obter usuários foi por meio uma empresa chamada, Malboro, que objetivava, crescimento no mercado capitalista. Ainda, a OMS afirma que, em 2018 1,1 bilhões de pessoas fumantes no planeta o que comprova que a luta contra o tabagismo é global ao exigir esforços de todas as partes, contudo, no Brasil o acesso para o tratamento pelo SUS (Sistema Único de Saúde) se encontra incipiente pois cerca de 6,8% dos municípios oferecem ajuda.
Portanto, indo em contramão ao estilo de vida e desinformações pregado pelas principais responsáveis do crescimento do tabagismo no país e no mundo, medidas eficientes são exigidas. Por analogia, o Estado por meio do Ministério da Saúde deve realizar um orçamento nacional e concentrar para das verbas acolhidas em políticas públicas que auxiliem e amenizem os tratamentos para vencer o tabagismo. Naturalmente, cada município atuaria em particular ao atuar em postos de saúde e hospitais mais simples em oferecer acompanhamento psicológico e reforço médico, seja por exames ou medicamentos. Sobretudo a sociedade e a família podem expressar sua consciência e apoio aos pacientes pelas mídias virtuais como testemunho e instrução para aqueles que ainda não venceram o fumo.