Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 19/09/2020

O tabaco foi descoberto inicialmente no século XV por tribos indígenas e inicialmente sua utilidade era apenas para fins medicinais. No entanto, apenas em meados dos anos 1920 e 1960, o tabagismo se inseriu em fazer parte de um estilo de vida a ser propagado e se disseminou fortemente no mercado capitalista. Em contramão, o conjunto de influentes propagandas no seu período de ascensão, fumar traz inúmeros prejuízos para as pessoas e é um grande problema para a saúde pública brasileira.

Em primeiro lugar, é sabido que desinformação não é apenas faltas de fontes verídicas mas também falta de algo oculto que deveria sê-lo exposto. Dessa forma, as doenças não transmissíveis como cânceres, acidentes vasculares cerebrais, prejuízos aos tratos respiratórios bem como a disparidade de mortes prematuras decorrentes dessa dependência, não são expostas para reduzir o número de usuários. Além disso, de acordo com a OMS - Organização Mundial de Saúde - os fumantes passivos têm 30% chances a mais de adquirir tais patologias em relação as pessoas que não tem contato com a fumaça, o que reforça o fato de que o tabagismo é um problema de todos.

Secundariamente, sabe-se que a nicotina substância presente no cigarro e outros tipos usuais, gera dependência química e física a quem usufrui de tais meios. Paralelamente, nota-se poucas políticas públicas eficazes para reabilitação e tratamento de quem ainda é dependente, pois, um levantamento realizado pelo Sistema Único de Saúde - SUS - cerca de 6% dos municípios possuem programas voltados para os utilizadores. Ademais, em esfera global, conforme a Organização Mundial de Saúde - OMS - existem certa de 1 bilhão de fumantes no planeta o que evidencia que tal conflito é de estado individual, coletivo, nacional e internacional.

Portanto, é mister que o Estado tome providências para amenizar o quadro atual. Adicionalmente, o Ministério da Saúde pode fortalecer as campanhas de combate por meio das secretárias municipais de saúde com testemunhos, informações e acompanhamento médico e psicológico. Outrossim, políticas públicas devem melhorar sua eficácia por meio das mídias sociais com testemunhos, atendimento online como também ao reforçar que a Lei Antifumo seja rigorosamente cumprida, inspecionar mais de perto os ambientes sociais públicos. Por fim, para uma melhor gestão, esvaziamento dos centros de saúde e cumprimento do direito que todos têm: a saúde, o Estado pode efetuar uma parceria com as faculdades públicas e privadas ao promove que estudantes da área da saúde sob supervisão de um maior profissional, atendam os casos mais leves ajudando assim para que todos sejam atendidos.