Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 21/09/2020
O tabaco é o causador de graves problemas na saúde humana, cujo o uso prolongado pode resultar em morte. Prova disso, foi a pesquisa feita pelo site jornalístico G1 relatando que, por dia ocorrem cerca de dez mil mortes pela utilização do cigarro. De modo infeliz, doenças pulmonares não são as únicas ocasionadas pelo consumo do tabaco, cardíacas, mentais e bucais também estão inclusas como consequência do vício tabagista.
Em primeiro lugar, é relevante expor uma droga reconhecida como lícita, no qual é composta por mais de 4.700 formantes tóxicos, tendo uma alta capacidade prejudicial a saúde e ao ar atmosférico. As doenças pulmonares são as mais provocadas pelo cigarro pois, afetam de modo destruidor o sistema respiratório, já a nicotina, encontrada como uma substância viciante presente no cigarro tem efeito esquecedor na mente humana. Além, a elevada temperatura da fumaça ao tragar o cigarro cooperar para o desgaste da mucosa.
Em segundo lugar, é perceptível que gastos relacionados ao tratamento contra a dependência do cigarro são custosos ao governo. No último ano, o levantamento de despesas contribuintes dirigidas apenas aos tratamentos contra o cigarro, resultaram na utilização de 0,5% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro, ou seja, o governo arcou e continuará arcando com grandes quantias para tirar cidadãos do ato vicioso.
Dessa forma conclui-se, que o ato de fumar cria graves problemas e simultaneamente gera diversas consequências nocivas ao cidadãos fumantes ativos. Portanto, o Ministério da Saúde em companhia ao Governo Federal deve por meio de uma reunião, impor a estabelecimentos vendedores de caixas de cigarros, um máximo semanal de maços a cada indivíduo, no qual a venda será controlada pelo número do CPF, caso o contrário o local sofrerá um multa. Assim, fazendo com que o total de cigarros acesos diminua aos poucos, com isso os números de dependentes caem, o ar se purifica e os gastos do Governo com tratamentos reduzem.