Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 23/09/2020

Durante muito tempo o tabagismo vem sendo o motivo de inúmeras discursões no Brasil. Mesmo com várias medidas estatais para atenuar o impasse, ele ainda continua sendo pertinente e trazendo diversos dados nocivos para aqueles que fazem uso da droga. Diante disso, devem ser analisado o fácil acesso ao cigarro e a grande influência da mídia como fatores adjuvante da questão.

A priori, é importante salientar que a comercialização sem impedimento do tabaco é uma questão que deve ser discutida. De acordo com um estudo publicado no Jornal Brasileiro de Pneumonia mostra que cerca de 86% do fumantes que tentaram comprar cigarro não foram impedidos. Diante dessa conjuntura, é lamentável que, tanto o descumprimento da lei quanto a ineficiência estatal esteja contribuindo para o mal do século.

Além disso, é relevante examinar a influência dos meios mediáticos ao consumo do tabaco como fator agravante do entrave. Segundo o filosofo Adorno Horkheimer, a mídia atua como formadora de opinião e influencia na conduta do indivíduo. Dessa forma vemos a tese do autor sendo corroborada quando infelizmente, series e filmes da TV norte americana encaram o ato de fumar um “cigarrinho” normal e sinônimo de riqueza, incentivando ainda mais o consumo e manipulando os telespectadores.     Portanto, é nítido que o tabagismo é uma questão que está enraizada na sociedade contemporânea e que precisa ser ceifada. Sendo assim, recai sobre o estado o dever de fiscalizar a lei que proíbe a comercialização do cigarro para menores de idade, a fim de diminuir os índices de menores fumantes. Ademais, cabe a mídia a divulgação de matérias de cunho conscientizatório, para alertar os riscos do cigarro para a população, com intuito de mitigar o entrave.