Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 24/09/2020

O tabaco tem origem de uma planta chamada Nicotiana nativa da região sul do nosso país. Atualmente podemos ver que a erva é usada em forma de cigarro, sendo lícita em quase todo o mundo. O que muitos não sabem ou não aceitam, é que o tabagismo é uma droga como qualquer outra, por isso, há um alto risco de dependência química e desenvolver outras doenças como o câncer de pulmão. Por tanto, é importante observar a facilidade com que o cigarro é adquirido e a falta de consciência das pessoas, especialmente dos grupos prioritários, para em seguida começarmos o combate contra esse vício.

É importante analisar por primeiro, a naturalidade com que o tabaco é abordado. Pais, tios, avós e outras pessoas mandam crianças comprarem o próprio cigarro. Aqui podemos observar como o comportamento dos adultos e das pessoas em geral é totalmente repulsivo. É também notório o descumprimento da lei 5253/19, que proíbe venda de produtos do gênero a menores de 18 anos. Por causa disso, o tratamento que deveria ser dado a essas situações não condiz com o atual, colocando na cabeça dos inocentes o que deveria ser combatido.

A seguinte, a mentalidade das pessoas está estacionada no século passado. Nas embalagens dos produtos fumígenos é claro a orientação do uso moderado ou o não uso, isso porque o cigarro destrói uma pessoa em pouco tempo. Estima-se que 30% das mortes são por câncer de pulmão, decorrentes do tabagismo segundo o site Sesi Farmácia. Isso mostra o tamanho da ignorância dos fumantes e o quanto ainda falta para erradicar essa peste. Ademais, a natureza ainda paga pelos nossos maus hábitos com a fumaça emanada pelo trago.

Em suma, ainda há um longo caminho para trilhar no combate do cigarro. Idosos, adultos, jovens, crianças… não tem uma idade para começar a fumar, temos que lutar em todas as classes e camadas da sociedade. Assim, o Ministério da Saúde deveria juntamente com a Associação Médica Brasileira realizar campanhas de conscientização em escolas, abrigos, grandes centros, lugares estratégicos e semelhantes para melhor saúde mental e bem estar dos cidadãos. Além disso, o Ministério da Justiça poderia limitar a compra de até dois maços de cigarros por mês para cada habitante, o estabelecimento registraria num site feito pelo governo a quantidade de tabaco comprada pelas pessoas, caso o indivíduo comprasse mais que o estipulado seria multado, preso ou a loja fecharia por tempo indeterminado. Dessa forma, todos teriam limite ou simplesmente deixariam de comprar os produtos, priorizando a saúde física agora o no futuro.