Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 24/09/2020

Segundo a filósofa, Simone de Beauvoir, o pior dos problemas é que o povo se habituou a eles. De forma análoga, é o que ocorre na sociedade do século XXI, a qual se habituou ao tabagismo. Tal hábito ocasiona problemas respiratórios que geram, como consequência maior gasto para o sistema de saúde. Com isso, é nítido que medidas devem ser elaboradas para sanar esse problema.

Em primeiro plano, nota-se que o uso de tabaco aumenta os casos de doenças que geram mortes. Para exemplificar, dados da Organização Mundial da Saúde, divulgado em 2020, afirma que o uso de tabaco mata mais de 8 milhões de pessoas por ano. A notícia citada evidencia que o uso de cigarro acomete doenças que podem levar o cidadão a óbito, como câncer de pulmão, no qual a causa principal é o uso de tabaco . Também, outras doenças como problemas cardíacos e doenças pulmonares crônicas. Dessa forma, é evidente que o uso de cigarro é responsável pela má qualidade de vida  e que concebe várias doenças podendo levar a morte.

Por conseguinte, o uso do cigarro gera enfermidades que ocasionam colapso na saúde. Dentre muitas razões que levam a esse colapso, enumera-se a grande quantidade de verbas que precisam ser direcionadas ao tratamento de fumantes, como adesivos e gomas de nicotina e terapia, por exemplo. Como resultado, mais de 1,4 trilhões são gastos pelo governo e pelo sistema de saúde para custear o tratamento dessas pessoas, segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde. Por consequência do aumento no número de fumantes a saúde público-privada sofre problemas para atender a todos, pois, quanto maior a população fumante maior será os aparatos necessários para atender eles.

Diante ao exposto, é nítido que medidas devem ser tomadas para solucionar o uso de tabagismo no século XXI, seus problemas e consequências. Logo, é dever do Ministério da Saúde, com o Ministério da Educação, elaborar projetos para conscientizar sobre os malefícios do uso do cigarro, através de aulas especiais ministradas por agentes de saúde, de modo a promover maior compreensão entre os jovens e assim possuir um futuro sem tantos fumantes. Só assim, a filosofia de Simone de Beauvoir irá se tornar reversa e a população não se habituará aos problemas.