Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 25/09/2020

Em filmes de Hollywood e outros grandes estúdios cinematográficos é muito comum cenas de personagens fumando, cenas que tentam normalizar o hábito do tabagismo. Entretanto, tal normalidade deve ser condenada, pois, esse hábito é prejudicial à saúde individual e coletiva de toda uma sociedade. Portanto, é cabível discutir sobre como a midiatização do tabaco e o desconhecimento dos danos do fumo contribuem para a normalização e difusão desse terrível vício entre os brasileiros.

Mormente, é comum a mídia retratar em filmes e séries pessoas fumando, como se fosse algo normal e recomendado. Entretanto, tal exposição apenas contribuí para graves consequências, como a maior incidência de doenças ligadas a esse costume, como prova pesquisa da Organização Mundial da Saúde (OMS), que evidencia que o fumo é a causa de 30% de todos os casos de câncer. Por isso, esses atos devem ser combatidos, sob pena de prejuízos a saúde pública brasileira.

Ademais, o desconhecimento da população aos reais danos do cigarro se mostra como um entrave ao combate ao seu uso. Segundo pesquisa realizada na durante conferência na França, um terço dos fumantes considera que o consumo de até 10 cigarros por dia não aumenta a probabilidade de ter um câncer de pulmão, senso comum em toda comunidade internacional, ideia que corrobora aos problemas causados pelo cigarro. Destacando a necessidade de combater o consumo do tabaco para garantir uma boa saúde pública.

Destarte, é evidente a necessidade de solucionar esta problemática. Logo, é dever do Ministério da Saúde em parceria com a Secretária especial da Cultura por meio de suas atribuições legais, combater a exposição do tabagismo em filmes como um hábito positivo, e criar um filme de caráter nacional que evidencie os reais danos causados pelo cigarro, a fim de combater a difusão do consumo do tabaco e consequentemente as doenças causadas por ele no Brasil. Para, somente assim preservar a saúde pública da população em geral.