Tabagismo no século XXI: problemas e consequências
Enviada em 25/09/2020
O tabagismo intensificou-se a partir do século XIX, no qual homens e mulheres utilizavam primeiramente com a finalidade de demonstrar ostentação. Por conseguinte, devido aos componentes químicos, como é o caso da nicotina, gerou-se uma dependência do usuário ao cigarro. Entretanto o aparecimento de doenças relacionadas aos fumantes tornaram-se frequentes e cada vez mais perigosas. Nesse contexto, cabe analisar que a negligência governamental e a formação dos vícios são os principais causadores do problema.
No que concerne à problemática, cabe analisar que o mercado do tabaco é um dos setores da economia que geram mais lucros para o governo. Desse modo, segundo o pensamento do contratualista Thomas Hobbes, cada cidadão abre mão de parte da sua liberdade e delega funções ao Estado, que são exercidas por meio de um contrato social - leis -, a fim de atingir o bem-estar comum. De maneira análoga, tem-se pouca representatividade política no Congresso Nacional, no que diz respeito à falta de leis que incentivam o controle do tabagismo em benefício à saúde da população, tendo em vista que os governantes tem prioridade no lucro desse produto. Como efeito, as pessoas consomem de maneira desequilibrada e, consequentemente, sofrem com varias doenças respiratórias.
Outrossim, o fato do tabaco gerar vício ao consumidor é um fator que agrava o problema em questão. Nesse viés, o cigarro tem como um do seus componentes a nicotina, uma substância proveniente da planta denominada tabaco e geradora de dependência química, e dessa forma possui efeitos colaterais caso há suspenção desse componente no corpo, como inquietação, tontura e insônia. Dessa forma o usuário que tenta parar de fumar sofre com diversas modificações no seu corpo e acaba por voltar com o tabagismo, como válvula de escape dos efeitos causados. Como consequência, o uso constante e intensivo desse produto traz diversos malefícios à saúde, como o câncer, enfisema pulmonar e derrame cerebral.
Urge, portanto, medidas para diminuir o problema que o cigarro gera na população. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde, em parceria com o Poder Político, promover a diminuição do consumo dessa substância. Isso será feito por meio de leis que controlarão a comercialização do tabaco no país, juntamente com o desenvolvimento de projetos sociais que demonstraram todo problema de saúde que o tabagismo promove ao usuário. Dentro dessa conjuntura, tais ações objetivam desenvolver a saúde e uma melhor qualidade de vida para os cidadãos brasileiros.