Tabagismo no século XXI: problemas e consequências

Enviada em 14/01/2021

“O importante não é viver, mas viver bem”. Para Platão, filósofo grego, a qualidade de vida de um indivíduo detém de importância que ultrapassa sua existência. Sob esse viés, a realidade vigente no século XXI, contradiz tal pensamento, tendo em vista o número alarmante de adeptos à prática tabagista, produto tão nocivo a saúde. Dessarte, a problemática citada tem como consequência uma série de malefícios a saúde de adeptos e não-adeptos, e ainda excessivos custos governamentais, provenientes dos investimentos em saúde pública.

Em primeiro plano, na série Peaky Blinders, reproduzida pela plataforma Netflix, tem como protagonista a figura de Thomas Shelby, líder de gangue. No decorrer da trama, é válido destacar a forte dependência do mesmo quanto ao uso de cigarros, consumindo incontáveis vezes ao dia, o que por hora acaba prejudicando fortemente atividades diárias. Fora da ficção, o fato não é discordante, tendo em vista a forte relação da nicotina com uma série de doenças respiratórias e cardiovasculares, que tangenciam não só adeptos como não-fumantes, portando-se assim como um fator de alto risco á saúde pública.

Sob mesma ótica, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o tabaco é responsável por cerca de 200 mil mortes por ano. Tal dado porta-se como alarmante, quando relacionado a altos custos de investimentos a saúde pública, considerando que a alta dependência pode causar descontroles financeiros, reduzindo assim a proatividade econômica do indivíduo, o que torna este total dependente do estado. Assim, tal fato permite criar um paralelo com o ideal do pensador Thomas Hobbes, “O homem é lobo do homem”, ou seja, o homem é seu próprio inimigo.

Destarte, conclui-se que medidas são necessárias para atenuar a problemática. Assim, cabe ao Ministério da Saúde aliado a mídia, adotar planos como programas e campanhas que visem o não-uso e a inclusão de de adeptos, somados a busca pela desglamurização do tabaco, fator altamente relevante. Tais ações conteriam o tabagismo no século XXI.